O Éder Militão voltou a acender o alerta na Seleção Brasileira. O defensor do Real Madrid passará por um novo exame na próxima segunda-feira, em Madri, para determinar a real gravidade da lesão na perna esquerda.
O caso preocupa porque os exames iniciais não conseguiram apontar com precisão o tamanho do problema. Isso acontece devido à presença de fibrose e edema no local — exatamente o mesmo onde Militão sofreu uma lesão grave recentemente e ficou cerca de quatro meses afastado dos gramados.
Incerteza e risco de cirurgia
A expectativa do departamento médico do clube é que, com o passar dos dias, a região esteja menos inchada, permitindo um diagnóstico mais claro. Só então será possível definir o tratamento ideal — que pode ir desde recuperação conservadora até uma eventual cirurgia.
Internamente, já existe o receio de que o zagueiro não consiga se recuperar a tempo da Copa do Mundo, cenário que aumentaria ainda mais os problemas para a comissão técnica brasileira. Segundo o jornalista italiano Fabrizio Romano, tudo indica que o zagueiro ficará de fora do mundial.
Lesão reacende histórico preocupante
Militão sentiu o incômodo durante a vitória do Real Madrid sobre o Alavés, quando deixou o campo ainda no primeiro tempo. O problema foi identificado como muscular, novamente no bíceps femoral da perna esquerda — região que já vinha sendo monitorada.
O histórico recente do jogador pesa: além dessa lesão anterior, o zagueiro acumula uma sequência de problemas físicos nos últimos anos, o que aumenta a cautela no processo de recuperação.
Impacto direto na convocação
A situação é acompanhada de perto pela comissão técnica da Seleção, que terá até o dia 18 de maio para definir os 26 convocados para a Copa.
Caso Militão não tenha condições, alternativas começam a ganhar força, como o nome de Ibañez, que surge como opção para o sistema defensivo.
A poucos dias da convocação, o cenário de incerteza cresce — e a defesa brasileira pode sofrer uma baixa importante justamente na reta final de preparação para o Mundial.